Elis Regina
  

Elis no Arquivo N

Programa traz trechos de entrevistas, do especial na Alemanha em 73...também tem depoimentos do Milton e Edu.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM622295-7823-ELIS+REGINA,00.html



Escrito por Natasha Barreto às 09h48
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Eu vi essa montagem no blog Elis_essa mulher me apaixonei..e me permiti..rsrs...colocar aqui..

Lindo, né?



Escrito por Natasha Barreto às 03h01
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    Elis e Bôscoli...brigas nunca mais

Ronaldo contou como conheceu Elis

Uma inocente incônfidencia de uma amigo. Falou-se das maravilhas da voz de uma moça, não se sabia bem se Élis ou Elis Regina, que deslumbrava os palcos do principal clube de Curitiba. Coube a mim a desagradavel tarefa de comunicar tal fato a própria Elis. Depois de um diálogo curto e ríspido perguntei aquela baixinha abusada: “Você está pensando que é Barbra Streisand?” Fui fuzilando com uma resposta monossilábica: “Tou”.

Logo Elis viria a fechar com o Beco das Garrafas. Na direção Bôcoli e Mieli



Escrito por Natasha Barreto às 05h11
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Três anos depois, já trabalhando em SP, na Record, Paulinho Machado sugeriu a contratação de Miele e Boscoli para levantar o programa. Os dois se reecontraram em 1967 para “O Novo Fino”. “Um dia perguntei se ela não queria ir comigo ver um show”, começaram a namorar.

 Sabem lá o que é guerrear com uma gaúcha? Pois eu entrei nessa. Acontece que as coisas não aconteceram como eu havia planejado e executado. Veio a gamação. Minha! Comecei a chegar cedo aos encontros extras de trabalho, Comecei a caprichar no físico, a ganhar dentes e a perder barriga. O resto foi o resto...Eu não vou contar . Nada de abrir o jogo.(...)Eu sempre chegava cedo ou tarde demais na vida delas. Com Elis aconteceu a minha hora de chegar na hora. As armas que lutei para chegar até Elis? Creio que foram a calma, a perseverança e o exercício do charme.”

 Procurando casa no Rio, encontraram a da Av. Niemeyer. Ronaldo: “Você quer saber de uma coisa? Se você comprar essa casa eu me caso com você”. Ela disse: “Jura?” Jurei

Casaram-se dia 7 de dezembro de 1967

 Eu acordei de mandato cassado. Os amigos apertando a mão da gente, champanha para o juiz, beijos da sogra, mamãe chorando e ela sussurrando, irônica e vitoriosa: " Um lobo na coleira que não janta nunca mais"(R.B)

A volta (Ronaldo Bôcoli)

Quero ouvir a tua voz

E quero que a canção seja você

E quero em cada vez que espero

Desesperar se não te ver

É triste a solidão

É longe não te achar

Que lindo o teu perdão

Que festa teu voltar

Mas, quero que você me fale

Que voce me cale, caso eu perguntar

Se o que te fez mais lindo ainda

Foi a sua pressa de volta

Levanta e vem correndo

Me abraça e sem sofrer

Me beija longamente

O quanto a solidão precisa pra morrer

 Acho que o casamento foi uma grande modificação na vida dela, até mesmo na carreira. Porque o Ronaldo entrou mesmo na vida dela. No primeiro dia ele foi logo no guarda-roupa, achando que ela era cafona. E ele falava na frente de todo mundo” (Roberto Menescal)

...ela não gostava dos amigos dele, eles brigavam a beça, era cada barraco, cada bate-boca..E a Elis começou a mudar, cortou o cabelo curtinho e parece que encontrou sua própria cara.” (Nelson Motta)

 



Escrito por Natasha Barreto às 04h53
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 Grávida do seu primeiro filho

O casal, e o filho João Marcelo

Lembra aqueles cachorrinhos de louça que se usava antigamente?Um era preto e o outro branco. Você nunca conseguia fazer com que os dois se acertassem. Eles viravam de um lado para o outro. Elis e Ronaldo eram assim.”(Mieli)

Nossas brigas eram públicas porque nós éramos públicos. Nunca teve briga física em público. Ela me levava a exaustão, era como se me enfiasse uma broca na cabeça até o ponto em que eu teria que dizer: 'Vou te dar um tiro'. Era uma relação perigosamente deliciosa. Voava tudo pelos ares e de repente, estavamos nos agarrando de paixão. Faziamos coisa estranhas e bonitas”(R.B)

A frustração dela era eu, e ela a minha.”(R.B)

Nossa última grande briga, ela foi com o João Marcelo me pegar na Clínica. Eu estava caídaço, estressado, bebendo demais. Estava precisando de uma limpeza física. Ela quis se separar, e aí eu percebi que gostava dela. Não queria me separar de jeito nenhum.

Eu disse: 'Posso mandar mandar minha mulher pegar minha coisas?' Ela: 'Sua mulher, seu filho da puta?' Foi nesse dia que ela jogou meus discos pela janela.(R.B)


 Em 1972 após várias separações e reconciliações Elis e Ronaldo se desquitam (em 11 de maio)

Quando ela se separou de mim começou a cantar com tom de deboche. Quando cantou Me deixa em Paz mandou dizer que era pra mim. E quando cantava Vou deitar e rolar, eu achava que era pra mim.”(R.B)

Acho que o que começou por se desenhar durante o nosso casamento foi uma progressão pelo resto de sua vida curta. Os ditos pelos não ditos. Os ditos e feitos e os ditos efeitos foram uma constante no seu esquema de luta”(R.B)

 Do casamento de poucos anos com o compositor Ronaldo Bôscoli, Elis costumava dizer que só levou de bom o filho João Marcelo e um certo amadurecimento pessoal.

 


Escrito por Natasha Barreto às 04h26
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VOLTEIII!!!DEPOIS DE ANOS(literalmente) sem postar nada no meu único blog...não resisti a saudade do Brasil e voltei.. 

Montreux...Tá aí poucas fotos de um dos meus shows favoritos de Elis

É uma pena que  não dê pra colocar pelo menos uns pedaçõs do vídeo aqui.De qualquer forma, quem quiser dá pra sentir um gostinho pelo http://www.youtube.com/results?search_query=Elis+Regina++Montreux.. ok?

"De repente, você está naquele palco, naquele lugar. Isso supera o racional. Você fica em estado de choque. Fui empurrada para o palco. Tive uma crise de catatonia, catalepsia, sei lá que "ia", qualquer dessas aí. Fiquei parada e o André (Midani) me falou: "Vai." E eu não reagia. Não conseguia falar, a perna não mexia, estava gelada. Não sabia o que fazer e a minha mão dormiu. Você calcula a piração em que eu estava naquela hora? Estava tudo tão embolado na minha cabeça..."



Escrito por Natasha Barreto às 02h04
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FOLHETIM - Agora, e sobre as feministas?
ELIS REGINA -
Tem o seguinte: o movimento feminista procura a emancipação da mulher. Eu fui uma mulher emancipada aos 14 anos de idade, e pelo meu próprio pai, que de "chauvinista" tem tudo e talvez por isso tenha me emancipado. Não é uma boa? Então, eu acho que na minha cabeça está tudo. Eu trabalho. Sei das dificuldades que uma mulher participante e atuante e que pensa tem. Quando senta numa mesa pra deliberar, nunca é olhada com a mesma seriedade. Mas é tudo uma questão de colocação. Podem não te olhar com seriedade cinco minutos, mas, se a conversa durar duas horas, daqui a pouco tem que estar falando de igual para igual. Afinal, qual é a diferença? Se uma coisa foi feita pra encaixar na outra, é tudo igual. Depois, tem outro lance aí. Eu acho que não está muito diferente a situação da mulher e a situação do homem, hoje em dia. Eu não sei porque, de repente sai todo mundo esbravejando: porque os homens, porque os homens. Esses homens "chauvinistas", machistas e supercomandados pelo esquema paternalista foram criados, gerados, alimentados, comandados e educados por mulheres que aceitavam isso. Então, o cara não tem a culpa sozinho, sabe? O meu irmão conseguiu dar o pinote quando ele saiu de casa, porque enquanto ele estava dentro de casa ele era um saco. Ele era o meu pai tudo de novo. Casou com uma mulher com a cabecinha toda certa, e ele troca fralda, e não se sente diminuído por isso. Eles dividem as responsabilidades da casa, do trabalho, do dinheiro, do carro, da moto, de tudo, sabe? Ali é uma comunidade, não tem homem, não tem mulher. São dois amigos que moram juntos. E são duas pessoas profundamente solidárias, que é uma coisa que eu não vejo em 80% dos homens brasileiros, a solidariedade. Sempre o homem é o que fica mais doente, o resfriado nele pega mais forte. Mas isso aí é resultado do quê? Da mamãe, da vovó, não é culpa deles. Mas tem que haver essa mulher chata que a gente é hoje em dia, pra falar assim: malandro, tu está cansado, mas eu também trabalhei até agora. Como é que é? Tudo numa boa. Não pode chegar, pegar uma foice e decapitar o cara só porque ele é homem. Ele é homem que foi filho de uma mulher.

1979(Folhetin)



Escrito por Natasha Barreto às 14h35
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“Não se trata de uma visão pessimista. Procuro acreditar que a gente não pode viver em função dos dias difíceis.”

 

“Ninguém está preocupado em saber com quem está a verdade, mas viver é tão mais interessante que vou passando por cima dessas coisas, sem dor.”

 

“Não estou preocupada em fazer uma avaliação de perdas e danos, nem rescaldos de incêndio. Viver é melhor que sonhar, por isso eu quero é mais.”

 

Elis Regina

 



Escrito por Natasha Barreto às 10h31
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Eu sou do signo de Peixes, que é simbolizado por um peixe virado para a direita e outro para a esquerda. Tem hora que estou com o peixe de cima e está tudo bem. Mas aí entra o peixe de baixo e complica tudo.”

 

“Meu problema são 10 centímetros a mais: então estaria tudo resolvido.”

 

“Não é fácil ter cinco carros e dez empregados. Eu até poderia ter. Sou uma mercadoria cara. Mas prefiro o meu jipe”.

 

Elis Regina



Escrito por Natasha Barreto às 10h26
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“É bom que a gente esteja vivo. Gente como nós, com cabeça para levar as coisas adiante.”

 

“Fico triste com esse pessoal que entra nessas jogadas dessa guerra suja.”

 

“As minhas posições sobre os novos frutos da música popular não são saudosistas. O que eu acho é que muitos deles refletem uma involução de pelo menos 30 anos.”

 

 “O grande problema do poetinha foi ter a petulância de viver numa sociedade muito cínica e sem coragem de amar como ele”.

 

Elis Regina

 



Escrito por Natasha Barreto às 10h19
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 ESTRELA AZUL

Seu sorriso alegre e lindo, seu cabelo curto, seus olhos inquietos.
Seu rosto branco e tenso, suas mãos em constante movimento.
Sua voz, um raio de luz, um cristal, uma chama.
Suas idéias, seus erros, seus acertos,
Sua mania de dizer sempre o que queria.

Inimigos muitos, amores poucos.
Amigos pra sempre na casa de campo.
Os filhos, as saudades, as distâncias.
A vida que nunca é o que se espera.
As brigas, as despedidas, a solidão, a morte...

Querida, qual foi teu amigo ou amiga
que te fez estrela dessa maneira
Remorso, falta de amor, ódio, inveja?
Quem causou tanta tristeza sem volta?

Quem te deu coca e te deixou iludida,
pensando não haver pagamento em troca?
Ah! se a gente soubesse...
Mas eu juro: não consigo perdoar
o maestro da tragédia.
Mesmo sem saber seu nome,
eu o condeno a viver sempre no inferno.
Quero que sofra torturas eternas
e quero todos os demônios nos seus dias
da aurora à madrugada.

Agora, na tv quando se lembram de voce
e mostram momentos de encantamento, com
a sua imagem, o coração fica apertado,
o peito dói e a revolta agita o corpo e a alma.

Ah! que impotência...
Estrela no céu tão cedo.
Mais uma que foi pra lá por engano.
Não devia, não podia ir.
Tinha que ficar aquí mais um tempo.
Tão jovem, tão cheia de vida,
a risada cristalina, invadindo os pensamentos.

Elis azul, Elis azul...
Estrela, estrela,
nesse cometa que está vindo,
vou mandar a saudade e os
abraços de muita gente...

Quando ele chegar aí, dando o recado, por favor,
dê um jeitinho de brilhar mais um pouquinho

 

(1984)

 

fonte:Fórum Elis Regina



Escrito por Natasha Barreto às 11h25
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"O canto é uma forma de expressão solitária,

mas eu gosto." (Elis Regina)

 

 



Escrito por Natasha Barreto às 13h19
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"Seria preciso que o astral deste país fosse muito baixo para que a vocação tão verdadeira (e já tantas vezes constatada) de Elis continuasse por muito tempo permitindo equívocos: o brilhante não é falso. Eu estava conversando com Gal e a gente falou sobre técnica e sobre talento e sobre como a pessoa começa a cantar desde menino. Agora estou sabendo claramente o que é o grande prazer de ouvir Elis cantar.”

 

Elis, eu tomei o ônibus pra ir a São Paulo ver seu show. Que bom que seja em São Paulo. Fui porque pensava que esse show seria o que eu sonhava pra você. Mas é mais que isso porque "viver é melhor do que sonhar". E eu gostei muito de você cantando a canção que diz isso. Eu gostei muito muito de ouvir você cantando tudo. Gracias a Ia vida. Eu fiquei doce e besteirão quando o show terminou. E meditei. Não tenho medo. O show business é um bicho-papão muito bonito e você engole ele: esta é a mensagem que você passa pra todos os seus colegas de profissão.

Diga a César que ele está lindo. Na hora que ele fica sozinho no piano acústico e você vem e canta pra ele, eu pensei no significado da união e ouvi você cantar tão tão lindo e senti a ausência de Dedé que tinha ficado no Rio e me senti apaixonado por tudo e chorei e fiquei querendo abraçar o meu amigo que estava do meu lado e entendi todo o lance de uma pessoa cantando acima dos limites do cotidiano.

Você cantou minha música perto de mim, sem saber. Me encontrei com você completamente e isso me enriqueceu. Foi o que tinha de ser. O compositor não precisa lhe dizer mais nada."

 

(Caetano Veloso era um dos maiores admiradores de Elis Regina e sobre ela escreveu o texto acima publicado na revista Música do Planeta Terra. - Fonte aqui: Revista Amiga - TV Tudo - Especial - Edição Histórica - Publicação Bloch, janeiro de 1982 e livro Literatura Comentada, Editora Abril, 1981)

 

 



Escrito por Natasha Barreto às 01h02
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“Elis dizia que, depois dela, a melhor cantora era eu. Embora não nos víssemos constantemente, tínhamos uma relação muito afetuosa. Elis era muito carinhosa comigo e me ligava sempre nos momentos mais difíceis – como na época em que eu estreei o show Fantasia e recebi uma enxurrada de críticas negativas. Ela ligou para me dar apoio. Ela era surpreendente e, por incrível que pareça, uma pessoa muito tímida. Eu lembro que chamei Elis para cantar comigo no especial da Globo (no programa da Gal, pela série Grandes Nomes, em 1981). Ela nem estava no Brasil, porque John Lennon tinha falecido, mas aceitou o convite. Ficou animadíssima.

No show, enquanto cantávamos, Elis não conseguia olhar para o meu rosto. Eu disse, carinhosamente: Elis, olha pra mim. Quero ver teu olho... E ela: Não, eu não vou olhar. Sabe por que? Porque eu sou vesga, você vai rir... Depois, na coxia, ela me disse que aquilo tinha sido um encontro antológico. E eu fiquei feliz de poder ter trocado essa bola com Elis, porque, depois, ela foi embora. A morte dela foi um trauma para mim. Eu chorei durante dias seguidos. Foi uma perda irreparável. Ela era uma cantora extremamente musical, com quem os músicos gostavam de tocar. Tinha muita garra e muita técnica.

 Algumas pessoas diziam até que ela era uma cantora fria, porque conseguia cantar chorando. Eu ficava impressionada com essa capacidade. Quando você chora, dificilmente emite a sua voz normalmente; e ela conseguia isso, não sei como. Eu também admirava a coragem de Elis, sempre muito atirada com as coisas, com o trabalho, com a vida. E, apesar da aparência de mulher de temperamento forte e agressivo, parecia uma pessoa muito frágil para quem a conhecia de perto. Posso dizer que tenho admiração, respeito e carinho por Elis, porque dela eu recebi as mesmas coisas.” (Gal Costa)

 



Escrito por Natasha Barreto às 21h23
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 ELIS FALA DO FILHO JOÃO MARCELO “Vai ver uma Elis Leoa”   

 

 

“Tenho um profundo respeito por meu filho. Ele é meigo, profundamente meigo, alegre, descontraído. Tenho inveja da facilidade que ele tem, para resolver seus problemas, a facilidade com que ele enfrenta a vida, com que sobe e desce escada, o que para idade dele, é uma coisa terrível”.A descontração de João Marcelo é incrível, eu gostaria de ser como ele. Não quero ser super mãe, pois João Marcelo vai viver num tempo em que não viverei, já estarei gasta. Não vou fundir a mufa do meu filho com coisas que eu sei, são velhas, antigas e apodrecidas. Vou deixar que ele descubra a vida sozinho, dando-lhe apenas noção de suas limitações. Mas numa coisa eu sou meio cadela com cria nova, façam qualquer coisa para mim, mas não levantem a voz contra o meu filho.Se alguém se atrever a botar um grilo na cuca de João, pobrezinho!Vai ver uma Elis leoa. O leão pode ser muito bonito, com juba e tudo, mas fica na floresta tomando conta dos filhotes, e quem sai para brigar é leoa. Se eu careta sou fogo, imagine eu leoa.”

Elis Regina (revista Manchete, 1970).



Escrito por Natasha Barreto às 21h33
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